Depois da morte da minha irmã recebi uma proposta de negócio em Villa Verona, uma cidade tradicional, como Veneza, por exemplo.
Vendi minhas empresas e meu apartamento e como minha filha Clarice estava de férias a levei comigo para me ajudar a arrumar minha nova casa.
Mark também se mudou, abriríamos uma filial do Crazy Space para agitar aquela pacata cidade.
Comprei uma casa bem grande numa localização longe de todos os conflitos da cidade, seja lá qual fosse a história daquela gente eu queria distância de tudo isso.
Depois da mudança alguns vizinhos vieram me dar as boas vindas, e Titânia Veranossonho levou isso bem a sério, se é que vocês me entendem.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Morte da caçula Cage
Fui convidado para uma festa na casa da minha irmã Margarety.
Meu cunhado havia morrido a um ano, mais ou menos e desde então estávamos muitos próximos.
Uma semana depois da festa recebi um telefonema do caseiro do sítio da minha irmã dizendo que ela havia falecido horas mais cedo no jardim da casa.
Fiquei muito triste, ela acabava de conseguir se tornar prefeita da cidade e estava levando uma vida tão saudável e eu que só sabia beber e transar estava vivo ainda, além do mais ela era minha irmã caçula... Mas todos sabíamos logo no enterro de Dolly que logo ela partiria também.
Nessas horas em que penso que a vida é muito injusta.
Meu cunhado havia morrido a um ano, mais ou menos e desde então estávamos muitos próximos.
Uma semana depois da festa recebi um telefonema do caseiro do sítio da minha irmã dizendo que ela havia falecido horas mais cedo no jardim da casa.
Fiquei muito triste, ela acabava de conseguir se tornar prefeita da cidade e estava levando uma vida tão saudável e eu que só sabia beber e transar estava vivo ainda, além do mais ela era minha irmã caçula... Mas todos sabíamos logo no enterro de Dolly que logo ela partiria também.
Nessas horas em que penso que a vida é muito injusta.
Todos abordo
Depois da publicação do meu segundo livro, que teve um sucesso tão grande quanto o primeiro, recebi uma nova proposta para abrir o meu próprio restaurante.
Era uma ótima ideia, sempre quis ter uma restaurante administrado inteiramente por mim, mas precisava de uma temática...
Não sabendo direito o que fazer fui tirar umas férias na praia e enquanto comia deliciosos camarões na moranga, com uma bela vista de frente par ao mar, no meu quarto no hotel mais caro, tive uma sensacional ideia.
Mark - Espera, você quer colocar mulheres semi nuas para servir comida em um restaurante com o tema do Havaí ?
Nicolas - Não só isso ! As melhores receitas da praia, os frutos do mar mais frescos, e lindas mulheres semi nuas...
Mark - Sei lá em ...
A ideia parecia ser absurda, mas foi muito bem recebida quando tudo ficou pronto.
Infelizmente para mim as esposas dos meus clientes chamaram meu estabelecimento fino de bordel, logo o apelido pegou e infelizmente para mim tive que fechar as portas do restaurante depois de dois meses pois não estava me rendendo quase nada.
Era uma ótima ideia, sempre quis ter uma restaurante administrado inteiramente por mim, mas precisava de uma temática...
Não sabendo direito o que fazer fui tirar umas férias na praia e enquanto comia deliciosos camarões na moranga, com uma bela vista de frente par ao mar, no meu quarto no hotel mais caro, tive uma sensacional ideia.
Mark - Espera, você quer colocar mulheres semi nuas para servir comida em um restaurante com o tema do Havaí ?
Nicolas - Não só isso ! As melhores receitas da praia, os frutos do mar mais frescos, e lindas mulheres semi nuas...
Mark - Sei lá em ...
A ideia parecia ser absurda, mas foi muito bem recebida quando tudo ficou pronto.
Infelizmente para mim as esposas dos meus clientes chamaram meu estabelecimento fino de bordel, logo o apelido pegou e infelizmente para mim tive que fechar as portas do restaurante depois de dois meses pois não estava me rendendo quase nada.
Garfolheres
Assim abrimos uma loja no centro comercial de Bella Vista.
Todos os tipos de coisas para a cozinha, desde de liquidificadores até quadros e guardanapos rendados a mão.
Mark achou tudo isso tudo uma viadagem, mas ele podia falar o que quisesse, pois uma semana depois da inauguração eu já tinha inúmeras clientes que estavam enchendo meus bolsos.
Maravilha !
Tinha também duas lindíssimas funcionárias e nem preciso falar que fui para cama com elas, antes é claro de as contratar (e depois também, mas não vem ao caso). O problema foi que Cris descobriu essas minhas "andanças" e não quis nem ouvir minhas explicações (menos mal, pois eu não tinha nenhuma).
Com o coração partido mas com os bolsos cheios comecei a escrever um novo livro.
Todos os tipos de coisas para a cozinha, desde de liquidificadores até quadros e guardanapos rendados a mão.
Mark achou tudo isso tudo uma viadagem, mas ele podia falar o que quisesse, pois uma semana depois da inauguração eu já tinha inúmeras clientes que estavam enchendo meus bolsos.
Maravilha !
Tinha também duas lindíssimas funcionárias e nem preciso falar que fui para cama com elas, antes é claro de as contratar (e depois também, mas não vem ao caso). O problema foi que Cris descobriu essas minhas "andanças" e não quis nem ouvir minhas explicações (menos mal, pois eu não tinha nenhuma).
Com o coração partido mas com os bolsos cheios comecei a escrever um novo livro.
Da panela para a cama
Depois das festas de final de ano comecei a trabalhar no meu novo projeto.
Era um livro sobre vinhos e comidas que sempre levariam você a conquistar aquela pessoa que sempre quis.
Todas as receitas já tinham sido testas por mim, obviamente.
Depois de meses de trabalho final acabei de escreve-lo e meu livro foi logo publicado pela mais famosa editora da cidade.
Depois do lançamento de "Da panela para a cama" (que foi considerado o melhor livro de culinária dos últimos dez anos) recebi inúmeras propostas para ir em programas de Tv, cozinhar ao vivo e todas essas patifarias.
Mas a proposta mais interessante que recebi foi de um empresário que queria de todas as maneiras possível ser meu sócio em uma loja de produtos culinários.
O negócio parecia ser realmente bom, então porque não tentar ?
Era um livro sobre vinhos e comidas que sempre levariam você a conquistar aquela pessoa que sempre quis.
Todas as receitas já tinham sido testas por mim, obviamente.
Depois de meses de trabalho final acabei de escreve-lo e meu livro foi logo publicado pela mais famosa editora da cidade.
Depois do lançamento de "Da panela para a cama" (que foi considerado o melhor livro de culinária dos últimos dez anos) recebi inúmeras propostas para ir em programas de Tv, cozinhar ao vivo e todas essas patifarias.
Mas a proposta mais interessante que recebi foi de um empresário que queria de todas as maneiras possível ser meu sócio em uma loja de produtos culinários.
O negócio parecia ser realmente bom, então porque não tentar ?
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Natal em família
Eu passa horas trabalhando no restaurante, quando não estava tocando violino.
Entrei para um grupo de música e não demorei muito para pegar a professora.
O Natal pareceu chegar muito cedo aquele ano...
Minha nova namorada, Cris, foi até o centro comprar os presentes comigo e até me ajudou a preparar a ceia. Meu filho Junior estava de férias depois de ganhar um campeonato nacional com o Lhamas, então veio passar as festas em minha casa. Minha filha Clarice apareceu com seu primeiro namorado em casa (primeiro que eu sabia pelo menos). Alias infelizmente minha filha parecia ter recebido todos os meus dons, se é que vocês me entendem, aquilo era um pesadelo.
Eu estava feliz de ver toda a família reunida para comemorar o natal... E estava feliz que Mark estava ali comigo sem aquela riponga.
Mark - Cara, essa comida tá incrivel !
Nicolas - Eu sou chef de cozinha né...
Cris - Você já pensou em escrever um livro ?
Nicolas - Já sim, mas o Kama Sutra já foi escrito. HAHAHAHA"
Cris - Me refiro a um livro de culinária.
Clarice - E porque não faz melhor e reúne as duas coisas que você mais entende em um livro só ?
Nicolas - Sexo e culinária ? Até que não seria má ideia.
Na hora de dar os presentes entreguei para minha filha seu primeiro carro e ainda lhe escrevi em um curso de mecânica, já que ela gostava tanto. Para o meu filho dei minha casa, já que não iria voltar para lá mesmo.
E eles me deram gravatas (é ... vida de pai não é fácil).
Entrei para um grupo de música e não demorei muito para pegar a professora.
O Natal pareceu chegar muito cedo aquele ano...
Minha nova namorada, Cris, foi até o centro comprar os presentes comigo e até me ajudou a preparar a ceia. Meu filho Junior estava de férias depois de ganhar um campeonato nacional com o Lhamas, então veio passar as festas em minha casa. Minha filha Clarice apareceu com seu primeiro namorado em casa (primeiro que eu sabia pelo menos). Alias infelizmente minha filha parecia ter recebido todos os meus dons, se é que vocês me entendem, aquilo era um pesadelo.
Eu estava feliz de ver toda a família reunida para comemorar o natal... E estava feliz que Mark estava ali comigo sem aquela riponga.
Mark - Cara, essa comida tá incrivel !
Nicolas - Eu sou chef de cozinha né...
Cris - Você já pensou em escrever um livro ?
Nicolas - Já sim, mas o Kama Sutra já foi escrito. HAHAHAHA"
Cris - Me refiro a um livro de culinária.
Clarice - E porque não faz melhor e reúne as duas coisas que você mais entende em um livro só ?
Nicolas - Sexo e culinária ? Até que não seria má ideia.
Na hora de dar os presentes entreguei para minha filha seu primeiro carro e ainda lhe escrevi em um curso de mecânica, já que ela gostava tanto. Para o meu filho dei minha casa, já que não iria voltar para lá mesmo.
E eles me deram gravatas (é ... vida de pai não é fácil).
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Sua vida me fez esquecer minha vida.
Eu me senti enganado pela vida.
Terminei meu casamento de oito anos pra ficar com o amor da minha vida, e ela fugiu.
Hoje eu entendo seus motivos.
Imagine-se acordado depois de anos, o mundo tem outra cara, as pessoas são diferentes, a tecnologia, a cidade, o país. Você descobre que muitas pessoas morreram, você percebe que está perdido.
Agora imagine-se tendo reencontrado o amor de sua vida, e ela vai embora sem te dar chances de dizer mais que um olá.
Dessa vez eu decidi não surtar. Toda a minha vida passei tendo surtos psicóticos e não obtive lucros. Então, foda-se, pensei, vou tocar a vida.
Com o divórcio, o Juizado decidiu que minha filha ficaria com a mãe e eu teria direito de visita-la quando bem entendesse.
Nesse mesmo período, Marcela reencontrou o amor da vida dela também (irônico, não?).
Ródeo, um fazendeiro do interior, dono de cabeças de gado e terras. Ela namorou com ele na adolescência e eles se separaram por que Ródeo foi para outro país disputar torneios de montaria.
Minha filha com a mãe, meu filho no exterior e meu cachorro morto. Aquela casa me parecia inútil e cheia de recordações que eu não precisava.
Assim, fomos Mark e eu morar num condomínio novo da cidade.
Pessoas novas, mulheres que eu ainda não tinha pegado, meu amigo e eu vizinhos e ninguém pra nos dizer o que fazer.
Foi uma época de ligar o Foda-se mesmo, eramos felizes, eramos bêbados. Jogar, beber, comer, flertar. Era nossa rotina. E de que mais um homem precisa?
Conhecemos, inclusive, um cara de quem não posso deixar de citar.
Severo Prince Snape. Um cara sinistro, do mal, mas gente boa depois que se conhece.
Ele era nosso vizinho. Usava uma capa, um cabelo ensebado e vivia fazendo chover. (é, o cara era sinistro).
Uma vez o Mark foi até a casa dele, (eu nunca me atrevi), e voltou dizendo que tinha livros de bruxarias, um caldeirão sinistro e coisas do tipo.
Certamente o Mark devia estar mais bebado que de costume.
Foi uma época feliz.
Foi feliz até que o Mark decidiu se casar,
Sei não, mas acho que ele foi enfeitiçado.
Certo dia ele apareceu com uma hippie e os dois começaram a morar juntos e a vender os móveis.
Colocaram uma placa de "vende-se tudo" na porta do Ap e vendeu tudo mesmo.
Televisão, rádio, sua guitarra, roupas, discos, e quando não havia mais nada pra vender, começou a vender flores.
Sim, acredite. Bom, eu nunca acreditei de verdade...
O cara perdeu tudo, porque o dinheiro das flores, obviamente, não dava pra pagar as contas e a dona moça não deixava ele trabalhar.
É isso que faz um bom chá de cogumelos e uma mulher mais louca que o efeito dele.
Bom, essa história me fez desviar a atenção da minha vida, que estava na realidade caótica.
Depois de um tempo, sem dinheiro, o Mark acordou pra vida e largou da moça das flores, voltando assim a trabalhar e recuperando as coisas que perdeu.
Terminei meu casamento de oito anos pra ficar com o amor da minha vida, e ela fugiu.
Hoje eu entendo seus motivos.
Imagine-se acordado depois de anos, o mundo tem outra cara, as pessoas são diferentes, a tecnologia, a cidade, o país. Você descobre que muitas pessoas morreram, você percebe que está perdido.
Agora imagine-se tendo reencontrado o amor de sua vida, e ela vai embora sem te dar chances de dizer mais que um olá.
Dessa vez eu decidi não surtar. Toda a minha vida passei tendo surtos psicóticos e não obtive lucros. Então, foda-se, pensei, vou tocar a vida.
Com o divórcio, o Juizado decidiu que minha filha ficaria com a mãe e eu teria direito de visita-la quando bem entendesse.
Nesse mesmo período, Marcela reencontrou o amor da vida dela também (irônico, não?).
Ródeo, um fazendeiro do interior, dono de cabeças de gado e terras. Ela namorou com ele na adolescência e eles se separaram por que Ródeo foi para outro país disputar torneios de montaria.
Minha filha com a mãe, meu filho no exterior e meu cachorro morto. Aquela casa me parecia inútil e cheia de recordações que eu não precisava.
Assim, fomos Mark e eu morar num condomínio novo da cidade.
Pessoas novas, mulheres que eu ainda não tinha pegado, meu amigo e eu vizinhos e ninguém pra nos dizer o que fazer.
Foi uma época de ligar o Foda-se mesmo, eramos felizes, eramos bêbados. Jogar, beber, comer, flertar. Era nossa rotina. E de que mais um homem precisa?
Conhecemos, inclusive, um cara de quem não posso deixar de citar.
Severo Prince Snape. Um cara sinistro, do mal, mas gente boa depois que se conhece.
Ele era nosso vizinho. Usava uma capa, um cabelo ensebado e vivia fazendo chover. (é, o cara era sinistro).
Uma vez o Mark foi até a casa dele, (eu nunca me atrevi), e voltou dizendo que tinha livros de bruxarias, um caldeirão sinistro e coisas do tipo.
Certamente o Mark devia estar mais bebado que de costume.
Foi uma época feliz.
Foi feliz até que o Mark decidiu se casar,
Sei não, mas acho que ele foi enfeitiçado.
Certo dia ele apareceu com uma hippie e os dois começaram a morar juntos e a vender os móveis.
Colocaram uma placa de "vende-se tudo" na porta do Ap e vendeu tudo mesmo.
Televisão, rádio, sua guitarra, roupas, discos, e quando não havia mais nada pra vender, começou a vender flores.
Sim, acredite. Bom, eu nunca acreditei de verdade...
O cara perdeu tudo, porque o dinheiro das flores, obviamente, não dava pra pagar as contas e a dona moça não deixava ele trabalhar.
É isso que faz um bom chá de cogumelos e uma mulher mais louca que o efeito dele.
Bom, essa história me fez desviar a atenção da minha vida, que estava na realidade caótica.
Depois de um tempo, sem dinheiro, o Mark acordou pra vida e largou da moça das flores, voltando assim a trabalhar e recuperando as coisas que perdeu.
A família Ahu, por baixo dos panos.
Eu nunca fiz questão de ter nenhum tipo de contato com minha família.
Minha mãe era uma cobra, e meu pai, por mais que nós nos dessemos bem, estava sempre do lado dela, por mais errada que ela estivesse.
Meus irmãos, viviam num mundo diferente do que eu, quando tinha a idade deles.
Minha mãe dava, descaradamente, preferencia ao João Marcos, deixando assim, Maria Fernanda mais livre.
Sempre tivemos um bom relacionamento ela e eu.
Quando eu estava na cidade, sempre a visitava e saiamos dar um rolê por aí.
Meu irmão, por outro lado, fazia pouco caso das minhas visitas e de minha pessoa influenciado por minha mãe.
Na adolescência, Maria Fernanda passava temporadas em minha casa, ela fez uma grande amizade com Jim Root, e viviam saindo juntas.
Aos quinze anos, Fer me procurou no bar, e me disse que precisava muito conversar.
Levei-a até o escritório e a ouvi.
Ela me confessou sua, totalmente visível, homossexualidade.
Eu a apoiei, e lhe instrui a não contar de imediato aos nossos pais. Lhe disse que a escolha era dela, e eles não tinham que saber, de certo que mamãe não aceitaria e papai acataria qualquer absurdo que ela decidisse.
Os anos passaram, e João Marcos se casou com a então prefeita da cidade Ana Júlia, fazendo com que minha mãe se tornasse ainda mais insuportável e mesquinha.
Ambos com dezoito anos, Marcos casado e Maria Fernanda ingressando na faculdade, minha mãe começou a pressioná-la a respeito de namorados e casamentos.
Ela se peguntava o porque Maria Fernanda nunca havia levado um namorado para conhece-la e passou a arrumar pretendentes para ela.
O que minha mãe não sabia era que dois anos antes da faculdade Fernanda havia conhecido Beatriz e namoravam as escondidas desde então.
Soube depois, que num jantar de família (do qual não fui convidado), nossa mãe convidou um primo de Ana Júlia para conhece-la, e isso a irritou ao ponto de confessar aos berros seu verdadeiro eu.
Meu pai, decerto, ficou neutro na situação, dando apenas apoio para que Fernanda comprasse uma casa, já que minha mãe a expulsou.
Minha irmã então se casou com Beatriz.
Ambas faziam faculdade e então montaram um pequeno negócio para poderem viver.
Eu ajudava como podia, inclusive numa coisa considerada loucura por muitos.
Já fazia quase dois anos que elas estavam casadas, inclusive de papel passado, e tentavam adotar uma criança.
Como meu irmão era casado com a prefeita e minha mãe abominava essa relação ele sempre deu um jeito de não permitir a adoção.
Um belo dia, minha irmã me telefonou e me pediu pra ir até sua casa.
Depois de muitos rodeios ela finalmente me disse o motivo do convite.
Elas queriam tentar uma inseminação artificial, mas não conheciam nenhum doador que se aproximasse fisicamente com minha irmã.
Depois de alguns dias pensando, eu aceitei de bom grado fazer minha irmã feliz.
Sua companheira Beatriz foi quem recebeu o esperma e nove meses depois nascia mais um Ahu no mundo.
Algum tempo depois foi um primo de Beatriz quem doou o esperma para Maria Fernanda, afim de que tivessem mais um filho.
Depois disso minha mãe nunca mais permitiu que Maria ou eu entrássemos em sua casa.
Ela nunca conheceu os netos e nos retirou de seu testamento.
Quando ela morreu, meu pai pode finalmente conviver com seus filhos e seus netos, de quem era proibido pela minha mãe. Ele viveu apenas quatro anos a mais que ela, mas foi suficiente pra recuperar um pouco do tempo que perdeu.
Meu irmão vive até hoje à sombra da mulher e minha irmã agora viúva de Beatriz, que morreu num acidente de moto à dois anos, cuida dos filhos e é dona da maior rede de salões de beleza do país.
Minha mãe era uma cobra, e meu pai, por mais que nós nos dessemos bem, estava sempre do lado dela, por mais errada que ela estivesse.
Meus irmãos, viviam num mundo diferente do que eu, quando tinha a idade deles.
Minha mãe dava, descaradamente, preferencia ao João Marcos, deixando assim, Maria Fernanda mais livre.
Sempre tivemos um bom relacionamento ela e eu.
Quando eu estava na cidade, sempre a visitava e saiamos dar um rolê por aí.
Meu irmão, por outro lado, fazia pouco caso das minhas visitas e de minha pessoa influenciado por minha mãe.
Na adolescência, Maria Fernanda passava temporadas em minha casa, ela fez uma grande amizade com Jim Root, e viviam saindo juntas.
Aos quinze anos, Fer me procurou no bar, e me disse que precisava muito conversar.
Levei-a até o escritório e a ouvi.
Ela me confessou sua, totalmente visível, homossexualidade.
Eu a apoiei, e lhe instrui a não contar de imediato aos nossos pais. Lhe disse que a escolha era dela, e eles não tinham que saber, de certo que mamãe não aceitaria e papai acataria qualquer absurdo que ela decidisse.
Os anos passaram, e João Marcos se casou com a então prefeita da cidade Ana Júlia, fazendo com que minha mãe se tornasse ainda mais insuportável e mesquinha.
Ambos com dezoito anos, Marcos casado e Maria Fernanda ingressando na faculdade, minha mãe começou a pressioná-la a respeito de namorados e casamentos.
Ela se peguntava o porque Maria Fernanda nunca havia levado um namorado para conhece-la e passou a arrumar pretendentes para ela.
O que minha mãe não sabia era que dois anos antes da faculdade Fernanda havia conhecido Beatriz e namoravam as escondidas desde então.
Soube depois, que num jantar de família (do qual não fui convidado), nossa mãe convidou um primo de Ana Júlia para conhece-la, e isso a irritou ao ponto de confessar aos berros seu verdadeiro eu.
Meu pai, decerto, ficou neutro na situação, dando apenas apoio para que Fernanda comprasse uma casa, já que minha mãe a expulsou.
Minha irmã então se casou com Beatriz.
Ambas faziam faculdade e então montaram um pequeno negócio para poderem viver.
Eu ajudava como podia, inclusive numa coisa considerada loucura por muitos.
Já fazia quase dois anos que elas estavam casadas, inclusive de papel passado, e tentavam adotar uma criança.
Como meu irmão era casado com a prefeita e minha mãe abominava essa relação ele sempre deu um jeito de não permitir a adoção.
Um belo dia, minha irmã me telefonou e me pediu pra ir até sua casa.
Depois de muitos rodeios ela finalmente me disse o motivo do convite.
Elas queriam tentar uma inseminação artificial, mas não conheciam nenhum doador que se aproximasse fisicamente com minha irmã.
Depois de alguns dias pensando, eu aceitei de bom grado fazer minha irmã feliz.
Sua companheira Beatriz foi quem recebeu o esperma e nove meses depois nascia mais um Ahu no mundo.
Algum tempo depois foi um primo de Beatriz quem doou o esperma para Maria Fernanda, afim de que tivessem mais um filho.
Depois disso minha mãe nunca mais permitiu que Maria ou eu entrássemos em sua casa.
Ela nunca conheceu os netos e nos retirou de seu testamento.
Quando ela morreu, meu pai pode finalmente conviver com seus filhos e seus netos, de quem era proibido pela minha mãe. Ele viveu apenas quatro anos a mais que ela, mas foi suficiente pra recuperar um pouco do tempo que perdeu.
Meu irmão vive até hoje à sombra da mulher e minha irmã agora viúva de Beatriz, que morreu num acidente de moto à dois anos, cuida dos filhos e é dona da maior rede de salões de beleza do país.
Eu só pude dizer "oi"
Minha sogra foi embora mas deixou no lugar a maldição da bruxa.
Ela entrou na minha casa e fez a minha mulher acreditar que eu não era um bom marido.
Marcela acatou os pensamentos da mãe de forma que começou a dizer coisas como; Você não me dá atenção. Gosta mais do Whisky do que de mim. porque não se casa com o Mark ? Acho que você está me traindo. Quando você vai crescer ? E por fim, vou embora dessa casa, você está sugando a minha vida, eu preciso viver!
Ela não foi embora mas eu me cansei da situação e acabei sedento ao meu instinto galinha, juntei ao Mark nas buscas por prazer sem compromisso.
Marcela estava realmente louca, ela passou a desconfiar de tudo e investigar a minha vida.
Hoje eu sei que num certo dia o laboratório de pesquisas 04:04 me enviou uma correspondência importantíssima que ela escondeu de mim.
Tratava-se de um comunicado alegando que logo que Liza morreu meu pai deu inicio a recuperação de sua vida, como aconteceu com Mark.
Até então eu pensava que pelo tempo que ela havia morrido não existia possibilidade de recuperação pois o seu corpo não existia mais, o que eu não sabia é que o meu pai passou todo o tempo me dar o melhor presente que eu poderia ganhar na vida, quando chegou essa carta meu pai havia morrido á quatro meses, e eu nem me importei com sua morte.
Alguns meses se passaram sem que eu soubesse de nada, eu recebi um telefonema do Mark.
Lembro exatamente de suas palavras: " Tem alguém aqui que você precisa ver. "
Eu nem imaginava do que se tratava, pra mim o Mark estava com uma nova "amiguinha".
Quando eu cheguei em sua casa entrei, como de costume, sem avisar e quando olhei no sofá fiquei sem chão.
Ela estava ali, como a tinha deixado em nossa casa para trabalhar no dia em que ela morreu. Eu a podia ver, mas não sabia se era real.
Eu pensei: estou bebado !
Mil coisas passaram na minha cabeça, e eu só pude dizer "oi".
Ela entrou na minha casa e fez a minha mulher acreditar que eu não era um bom marido.
Marcela acatou os pensamentos da mãe de forma que começou a dizer coisas como; Você não me dá atenção. Gosta mais do Whisky do que de mim. porque não se casa com o Mark ? Acho que você está me traindo. Quando você vai crescer ? E por fim, vou embora dessa casa, você está sugando a minha vida, eu preciso viver!
Ela não foi embora mas eu me cansei da situação e acabei sedento ao meu instinto galinha, juntei ao Mark nas buscas por prazer sem compromisso.
Marcela estava realmente louca, ela passou a desconfiar de tudo e investigar a minha vida.
Hoje eu sei que num certo dia o laboratório de pesquisas 04:04 me enviou uma correspondência importantíssima que ela escondeu de mim.
Tratava-se de um comunicado alegando que logo que Liza morreu meu pai deu inicio a recuperação de sua vida, como aconteceu com Mark.
Até então eu pensava que pelo tempo que ela havia morrido não existia possibilidade de recuperação pois o seu corpo não existia mais, o que eu não sabia é que o meu pai passou todo o tempo me dar o melhor presente que eu poderia ganhar na vida, quando chegou essa carta meu pai havia morrido á quatro meses, e eu nem me importei com sua morte.
Alguns meses se passaram sem que eu soubesse de nada, eu recebi um telefonema do Mark.
Lembro exatamente de suas palavras: " Tem alguém aqui que você precisa ver. "
Eu nem imaginava do que se tratava, pra mim o Mark estava com uma nova "amiguinha".
Quando eu cheguei em sua casa entrei, como de costume, sem avisar e quando olhei no sofá fiquei sem chão.
Ela estava ali, como a tinha deixado em nossa casa para trabalhar no dia em que ela morreu. Eu a podia ver, mas não sabia se era real.
Eu pensei: estou bebado !
Mil coisas passaram na minha cabeça, e eu só pude dizer "oi".
A sogra
Depois da volta do meu melhor amigo das cinzas e de sua separação, voltei a frequentar o bar, tendo de dividir minha vida entre tantas coisas que de vez enquanto uma das partes ficava totalmente insatisfeita.
Combinei com o Mark de que eu apenas passaria no bar para ver a renda, e pagar os funcionários, além de cuidar do lado burocrático que ele sempre odiou, mas não poderia ficar a tarde toda lá atendendo clientes como fazia antes do casamento e dos filhos.
No começo dividir tudo era complicado.
Minha mulher vivia reclamando que não dava mais atenção para ela, e as brigas entre nós dois tornaram-se frequentes.
E quando eu menos percebi Junior tinha dezenove anos e estava saindo de casa para jogar num time de fora.
Clarice estava completando seus sete anos quando recebi uma surpresa mais do que inesperada.
- Mamãe !
Ouvi Marcela gritar na porta da frente.
Só podia ser brincadeira, pelo menos eu estava rezando para que fosse.
- Filha !
- Eu não sabia que a senhora viria nos visitar ! Amor, venha cá, mamãe veio nos fazer uma surpresa. Não é ótimo ?
- É, nós não sabíamos que você vinha ...
- Esse é seu marido filha ? Quando me disse pelo telefone achei que era algo melhor ...
- Mamãe !
- Muito gentil da sua parte. Será que o cachorro não vai se importar de dividir a casinha com você ?
- Nicolas !
- Eu só vim para ver a minha neta.
- Tem uma foto ali, você pode olhar e ir embora.
Infelizmente para mim nem toda a minha hostilidade foi capaz de trancafiar o demônio de novo no inferno ...
Por semanas aquela bruxa ficou aterrorizando minha vida. Dizia que eu era um péssimo chef de cozinha, e ousou se intrometer na minha cozinha para fazer seus "biscoitos douradinhos". Nem preciso falar que as brigas entre minha esposa e eu só aumentaram.
Mas por algum motivo (que até hoje não compreendo) Clarice adorava aquela velha.
Enfim, depois de passar semanas sendo zuado pelo Markola, a cobra decidiu ir embora.
Fiquei realmente decepcionado quando descobri que não era pra caverna, mas sim para uma outra casa a poucos minutos de casa.
Combinei com o Mark de que eu apenas passaria no bar para ver a renda, e pagar os funcionários, além de cuidar do lado burocrático que ele sempre odiou, mas não poderia ficar a tarde toda lá atendendo clientes como fazia antes do casamento e dos filhos.
No começo dividir tudo era complicado.
Minha mulher vivia reclamando que não dava mais atenção para ela, e as brigas entre nós dois tornaram-se frequentes.
E quando eu menos percebi Junior tinha dezenove anos e estava saindo de casa para jogar num time de fora.
Clarice estava completando seus sete anos quando recebi uma surpresa mais do que inesperada.
- Mamãe !
Ouvi Marcela gritar na porta da frente.
Só podia ser brincadeira, pelo menos eu estava rezando para que fosse.
- Filha !
- Eu não sabia que a senhora viria nos visitar ! Amor, venha cá, mamãe veio nos fazer uma surpresa. Não é ótimo ?
- É, nós não sabíamos que você vinha ...
- Esse é seu marido filha ? Quando me disse pelo telefone achei que era algo melhor ...
- Mamãe !
- Muito gentil da sua parte. Será que o cachorro não vai se importar de dividir a casinha com você ?
- Nicolas !
- Eu só vim para ver a minha neta.
- Tem uma foto ali, você pode olhar e ir embora.
Infelizmente para mim nem toda a minha hostilidade foi capaz de trancafiar o demônio de novo no inferno ...
Por semanas aquela bruxa ficou aterrorizando minha vida. Dizia que eu era um péssimo chef de cozinha, e ousou se intrometer na minha cozinha para fazer seus "biscoitos douradinhos". Nem preciso falar que as brigas entre minha esposa e eu só aumentaram.
Mas por algum motivo (que até hoje não compreendo) Clarice adorava aquela velha.
Enfim, depois de passar semanas sendo zuado pelo Markola, a cobra decidiu ir embora.
Fiquei realmente decepcionado quando descobri que não era pra caverna, mas sim para uma outra casa a poucos minutos de casa.
Ele voltou mais louco da morte? Oo'
Era uma manhã normal, daquelas em que se quer morrer e não levantar da cama nunca mais.
A Marcela estava na cozinha, meus filhos gritavam como se fosse 3 da tarde.
Levantei, esfreguei os olhos, olhei o relógio, (quis matá-lo) e me arrastei até o banheiro.
Pronto, ouvi minha mulher dizendo algo como: "o pai de vocês está atrasado de novo pro café".
Disse bom dia pra todos, um por um cumprimentando-os e fui ligeiramente interrompido pelo telefone.
Minha mulher parecia apreensiva, olhava pra mim, rabiscava algo no bloco de anotações, falava baixo como se estivesse pensando com a boca.
Eu peguei meu jornal, folheei até as páginas de Gastronomia, me servi do café, mas não conseguia desviar a a atenção daquela conversa estranha.
Meu cachorro, como de costume, pulou no meu colo, lambendo toda a minha cara e sugando o café doce da minha boca, meu filho me chamava a atenção, provavelmente pra pedir dinheiro, Clarice jogava comida por toda a cozinha e ria alto.
Enquanto eu empurrava meu cachorro, salvava Clarice do dilúvio de papinha e puxava a carteira pra atender Junior, vi do corredor Marcela acenando e me chamando pra perto dela.
Ela desligou o telefone, e entramos no quarto, salvos da terceira guerra mundial na minha cozinha.
De um súbito, Marcela me diz: Seu amigo está vivo.
Eu não entendi muito bem e a mandei repetir, gentilmente como: Tá ficando louca?
- Se lembra que vimos no jornal uma matéria sobre um homem que a família pagou pros cientistas ressuscitarem? Sobre o DNA e mais umas coisas que não lembro?
Afirmei com a cabeça e a fiz prosseguir.
- Mark é esse homem!
- Oh senhor do Whisky ! Você tá falando sério?
- Tão sério quanto poderia.
Não falei mais nada, não perguntei nada. Se Mark estava vivo, eu sabia onde encontra-lo.
Deixei minha família em casa e corri para a casa de Guita.
Jim correu abrir a porta, eu nunca a ví tão feliz. Ela me abraçou e disse: Ele voltou, tio!
Quando o vi, acho que foi quando caiu a minha ficha. O cara estava morto até ontem. Será que é gelado?
A cena foi inacreditável. Mark estava no sofá, com seu filho James no colo, sua filha Hinnata do lado, um copo de Vódka na mão e sua mulher em pé, observando.
Apreensivo, me certifiquei de que ele tinha consciência do ocorrido.
Abracei o mano, e fiquei com eles o resto da tarde.
Por fim, todos nós o tratamos como se tivesse chegado daquela viagem e apesar dos médicos afirmarem com toda a certeza de que ele se recorda de tudo, nunca tocamos no assunto.
Naquela noite decidimos comemorar. Fomos todos ao restaurante, minha familia e a dele, e na volta deixei Marcela e as crianças em casa e voltei para a casa do Mark com eles.
Bebemos, jogamos, conversamos, bebemos mais, e ficamos mais pra lá do que pra cá.
A conversa chegou em Liza, (eu me perguntava se poderia fazer o mesmo com o corpo dela), e em nossas vidas.
Mark chegou a conclusão de que não era mais um homem feliz em seu casamento e decidiu contar para Guita.
Ele se levantou, caminhou até a porta e gritou: Guita, quero divórcio!
Voltou pra mesa e se serviu de mais Vodka, como se nada tivesse acontecido.
Eu me perguntei se ele tinha voltado mais louco da morte, pois, minutos depois, seu filho James apareceu na porta chorando.
O resto da noite foi uma comoção de filhos sem fim.
Eu decidi levar as crianças pra minha casa e deixar que os dois se acertassem sozinhos.
No dia seguinte Mark se muda para uma casa no centro e dá entrada no divórcio.
A Marcela estava na cozinha, meus filhos gritavam como se fosse 3 da tarde.
Levantei, esfreguei os olhos, olhei o relógio, (quis matá-lo) e me arrastei até o banheiro.
Pronto, ouvi minha mulher dizendo algo como: "o pai de vocês está atrasado de novo pro café".
Disse bom dia pra todos, um por um cumprimentando-os e fui ligeiramente interrompido pelo telefone.
Minha mulher parecia apreensiva, olhava pra mim, rabiscava algo no bloco de anotações, falava baixo como se estivesse pensando com a boca.
Eu peguei meu jornal, folheei até as páginas de Gastronomia, me servi do café, mas não conseguia desviar a a atenção daquela conversa estranha.
Meu cachorro, como de costume, pulou no meu colo, lambendo toda a minha cara e sugando o café doce da minha boca, meu filho me chamava a atenção, provavelmente pra pedir dinheiro, Clarice jogava comida por toda a cozinha e ria alto.
Enquanto eu empurrava meu cachorro, salvava Clarice do dilúvio de papinha e puxava a carteira pra atender Junior, vi do corredor Marcela acenando e me chamando pra perto dela.
Ela desligou o telefone, e entramos no quarto, salvos da terceira guerra mundial na minha cozinha.
De um súbito, Marcela me diz: Seu amigo está vivo.
Eu não entendi muito bem e a mandei repetir, gentilmente como: Tá ficando louca?
- Se lembra que vimos no jornal uma matéria sobre um homem que a família pagou pros cientistas ressuscitarem? Sobre o DNA e mais umas coisas que não lembro?
Afirmei com a cabeça e a fiz prosseguir.
- Mark é esse homem!
- Oh senhor do Whisky ! Você tá falando sério?
- Tão sério quanto poderia.
Não falei mais nada, não perguntei nada. Se Mark estava vivo, eu sabia onde encontra-lo.
Deixei minha família em casa e corri para a casa de Guita.
Jim correu abrir a porta, eu nunca a ví tão feliz. Ela me abraçou e disse: Ele voltou, tio!
Quando o vi, acho que foi quando caiu a minha ficha. O cara estava morto até ontem. Será que é gelado?
A cena foi inacreditável. Mark estava no sofá, com seu filho James no colo, sua filha Hinnata do lado, um copo de Vódka na mão e sua mulher em pé, observando.
Apreensivo, me certifiquei de que ele tinha consciência do ocorrido.
Abracei o mano, e fiquei com eles o resto da tarde.
Por fim, todos nós o tratamos como se tivesse chegado daquela viagem e apesar dos médicos afirmarem com toda a certeza de que ele se recorda de tudo, nunca tocamos no assunto.
Naquela noite decidimos comemorar. Fomos todos ao restaurante, minha familia e a dele, e na volta deixei Marcela e as crianças em casa e voltei para a casa do Mark com eles.
Bebemos, jogamos, conversamos, bebemos mais, e ficamos mais pra lá do que pra cá.
A conversa chegou em Liza, (eu me perguntava se poderia fazer o mesmo com o corpo dela), e em nossas vidas.
Mark chegou a conclusão de que não era mais um homem feliz em seu casamento e decidiu contar para Guita.
Ele se levantou, caminhou até a porta e gritou: Guita, quero divórcio!
Voltou pra mesa e se serviu de mais Vodka, como se nada tivesse acontecido.
Eu me perguntei se ele tinha voltado mais louco da morte, pois, minutos depois, seu filho James apareceu na porta chorando.
O resto da noite foi uma comoção de filhos sem fim.
Eu decidi levar as crianças pra minha casa e deixar que os dois se acertassem sozinhos.
No dia seguinte Mark se muda para uma casa no centro e dá entrada no divórcio.
Boletim informativo da cidade de Bella Vista.
Com essa nova prefeita, a cidade realmente se expandiu.
O museu de artes plasticas da cidade, administrado por Júlions Pulcro, trouxe à cidade turistas o que movimentou a economia.
A academia militar, administrada por Juliano Pulcro, trouxe a implantação de um aeroporto.
As crianças desabrigadas foram bem recebidas por seus tutores, movimentando a economia da educação, já que foram todas matriculadas em colégios particulares.
Além disso, o centro da cidade cresceu, trazendo lojas, hotéis, moteis, restaurantes e bares para a cidade.
Alguns bares sofreram perseguições, como o caso de Crazy Space, um renomado bar Bohemio da cidade, que foi interditado por algumas semanas.
Construtoras trouxeram à cidade o projeto de prédios residenciais, devido a super lotação de imóveis.
A cidade mudou, do dia pra noite.
O museu de artes plasticas da cidade, administrado por Júlions Pulcro, trouxe à cidade turistas o que movimentou a economia.
A academia militar, administrada por Juliano Pulcro, trouxe a implantação de um aeroporto.
As crianças desabrigadas foram bem recebidas por seus tutores, movimentando a economia da educação, já que foram todas matriculadas em colégios particulares.
Além disso, o centro da cidade cresceu, trazendo lojas, hotéis, moteis, restaurantes e bares para a cidade.
Alguns bares sofreram perseguições, como o caso de Crazy Space, um renomado bar Bohemio da cidade, que foi interditado por algumas semanas.
Construtoras trouxeram à cidade o projeto de prédios residenciais, devido a super lotação de imóveis.
A cidade mudou, do dia pra noite.
JORNAL SIMS NEWS
JORNAL SIMS NEWS
A nova comandante da cidade de Bella Vista, já começou seu mandato inserindo regras à população.
Sims casados recentemente e que desejam ter filhos estão proibidos de tê-los pelo método tradicional,
sendo assim obrigados a optar pela adoção.
"Nossos orfanatos estão muito lotados para que tenhamos mais crianças na cidade.
É injusto que uma família deixe uma criança que já existe padecer, enquanto monta enxovais de milhares de Simoleons para uma criança que ainda não existe." - Ana Júlia Maiden
Cada cidadão com renda acima de 1500 S$ mensais deverá cortar gastos, sendo, acima de tudo, proibidos de comprar bens, e imóveis.
A renda excedente ao plano do governo será revertida a saúde e educação da cidade.
" Alguns tem casas maiores que o sonho de outros. Isso não acontecerá mais nessa cidade. Igualdade é o princípio que quero implantar à cada cidadão." - Ana Júlia Maiden
Todos os cidadãos de Bella Vista estarão obrigados a dar custódia a um desabrigado.
" As famílias gastam milhares de S$ com cada filho por ano, só com brinquedos. Considerando que cada cidadão tenha no máximo 3 filhos, mandaremos para casa destes um desabrigado para que seja igualmente tratado e tenha assim, um futuro melhor." - Ana Júlia Maiden
Além disso, o bairro de Bella Vista ganhará uma prefeitura, uma academia militar e uma penitenciária.
" Em parceria com o governo do estado, implantarei normas e punições à esta cidade.
A academia militar nos trará ordem, e disciplina.
Com o progresso, expandiremos o comércio, dando início a era da evolução de Bella Vista.
Temos, além de tudo, um projeto para implantarmos a prefeitura, um museu de artes da cidade, e também expandiremos a área do cemitério municipal." - Ana Júlia Maiden
A vida sem Markola
Eu sentia como se não fosse digno de minha parte me desfazer do bar. Era o sonho do Mark.
Mas eu não conseguia ficar lá dentro sem me embebedar até esquecer do meu maior, melhor e único amigo.
O cara era o único que me fazia rir enquanto me criticava. Ele tinha o hábito de fazer palhaçada e me animar mesmo nos momentos mais difíceis.
Agora, quando eu caía atras do balcão do bar, com as portas fechadas e o som no máximo volume, eu não podia lhe telefonar pra guiar meu carro e me esconder em sua casa pra que minha mulher não me visse bêbado.
Primeiro a Clarice, minha irmã favorita, minha cúmplice, depois Liza, a única mulher que amei nessa vida e agora Mark, meu braço direito.
Foram dias difíceis sem o tufo verde pra me encher o saco porque o Santos nunca vence o Palmeiras, sem o cara pra me roubar no Poker, sem ninguém pra beber meus Wiskys importados e não me dar nenhum copo.
Decidi que não entraria mais no Crazy Space. Coloquei meia dúzias de funcionários pra trabalhar por mim, e assumi a administração da academia de musculação de meus sobrinhos.
Eu passava as horas vagas com minha filha, ensinando coisas como andar e comer sem destruir minha cozinha.
Junior, começou aulas de futebol no time das Lhamas e eu me distraia levando canetas e tomando gols dele no quintal.
Eu nunca me vi tão bohemio quanto nesses dias.
Minha mulher não ousava me criticar por isso, estava solidária pela minha perda, mas eu sabia que ela não gostava.
Nesse meio tempo, recebi uma postagem de meu pai dizendo que tinha um novo membro na família Cage.
Kátia, (sim, Kátia) havia dado a luz um menino chamado Claudio.
Eu só pensei: E eu só fico sabendo depois que nasce? Foda-se, meu amigo morreu!
As lembranças de Mark não me deixavam em paz, e pensar nisso me faz querer beber. Com licença.
Mas eu não conseguia ficar lá dentro sem me embebedar até esquecer do meu maior, melhor e único amigo.
O cara era o único que me fazia rir enquanto me criticava. Ele tinha o hábito de fazer palhaçada e me animar mesmo nos momentos mais difíceis.
Agora, quando eu caía atras do balcão do bar, com as portas fechadas e o som no máximo volume, eu não podia lhe telefonar pra guiar meu carro e me esconder em sua casa pra que minha mulher não me visse bêbado.
Primeiro a Clarice, minha irmã favorita, minha cúmplice, depois Liza, a única mulher que amei nessa vida e agora Mark, meu braço direito.
Foram dias difíceis sem o tufo verde pra me encher o saco porque o Santos nunca vence o Palmeiras, sem o cara pra me roubar no Poker, sem ninguém pra beber meus Wiskys importados e não me dar nenhum copo.
Decidi que não entraria mais no Crazy Space. Coloquei meia dúzias de funcionários pra trabalhar por mim, e assumi a administração da academia de musculação de meus sobrinhos.
Eu passava as horas vagas com minha filha, ensinando coisas como andar e comer sem destruir minha cozinha.
Junior, começou aulas de futebol no time das Lhamas e eu me distraia levando canetas e tomando gols dele no quintal.
Eu nunca me vi tão bohemio quanto nesses dias.
Minha mulher não ousava me criticar por isso, estava solidária pela minha perda, mas eu sabia que ela não gostava.
Nesse meio tempo, recebi uma postagem de meu pai dizendo que tinha um novo membro na família Cage.
Kátia, (sim, Kátia) havia dado a luz um menino chamado Claudio.
Eu só pensei: E eu só fico sabendo depois que nasce? Foda-se, meu amigo morreu!
As lembranças de Mark não me deixavam em paz, e pensar nisso me faz querer beber. Com licença.
domingo, 8 de julho de 2012
O dia mais triste.
"Como se as coisas nunca pudessem ficar melhor."
Foi a ultima coisa que Nicolas ouviu de Mark.
Depois disso veio a notícia.
Mark tinha voltado trabalhar, e estava fazendo uma viajem pelos países da Europa.
Indo de uma cidade à outra de carro com sua equipe, aconteceu o pior.
Todos beberam e Mark pediu ao seu ajudante para dirigir o carro.
O cara, perdeu a direção na pista e bateram de frente com um outro carro.
Mark foi para o hospital em estado grave, mas não aguentou a cirurgia.
A família e Nicolas mandaram construir um monumento em sua homenagem.
A cidade nunca mais foi a mesma.
Tudo como esperado
Era tudo meio novo, sabe ?
Eu não dormia com uma mulher só desde os meus vinte anos quando me casei pela primeira vez com Liza. Tive que trocar o número de telefone, pois Marcela viva reclamando do número de mulheres que me telefonavam todos os dias.
Deixar a vida promiscua assim de uma hora para outra é muito complicado.
Antes quando era solteiro tinha o que queria (se é que vocês me entendem) a um telefonema de distância, a qualquer hora do dia, mesmo em feriados, mas casado tive que aprender a conviver com possíveis "dores de cabeças", e ciclo menstrual.
Meu trabalho no restaurante ia a mil maravilhas, tudo corria bem na minha vida profissional.
No meu tempo livre costumava passar algum tempo com meu filho ensinando-o coisas que escola nenhuma (por mais caras que fossem) iriam ensinar.
Engraçado era a forma como ele ouvia atentamente, mas voltava para casa zangado dizendo que não conseguia agir como eu.
A primeira namorada que me apresentou também foi a única.
E eu me perguntava se ele era assim tão ruim no poker também.
Depois da morte de sua mãe as coisas pioraram...
Junior vivia aéreo de tudo, não tirava mais notas exemplares (no colégio caaaaaaaro que eu pagava), tratava mal sua madrasta e demorou muito para aceitar o fato de que eu iria ter uma filha.
Siiiim ! Marcela estava grávida !
Uma menina !
Clarice Cage. Nome que escolhi em homenagem a minha querida irmã.
Uma garota loirinha de lindos olhos azuis (como os meus).
Minha nova alegria, e meu xodó.
Eu não dormia com uma mulher só desde os meus vinte anos quando me casei pela primeira vez com Liza. Tive que trocar o número de telefone, pois Marcela viva reclamando do número de mulheres que me telefonavam todos os dias.
Deixar a vida promiscua assim de uma hora para outra é muito complicado.
Antes quando era solteiro tinha o que queria (se é que vocês me entendem) a um telefonema de distância, a qualquer hora do dia, mesmo em feriados, mas casado tive que aprender a conviver com possíveis "dores de cabeças", e ciclo menstrual.
Meu trabalho no restaurante ia a mil maravilhas, tudo corria bem na minha vida profissional.
No meu tempo livre costumava passar algum tempo com meu filho ensinando-o coisas que escola nenhuma (por mais caras que fossem) iriam ensinar.
Engraçado era a forma como ele ouvia atentamente, mas voltava para casa zangado dizendo que não conseguia agir como eu.
A primeira namorada que me apresentou também foi a única.
E eu me perguntava se ele era assim tão ruim no poker também.
Depois da morte de sua mãe as coisas pioraram...
Junior vivia aéreo de tudo, não tirava mais notas exemplares (no colégio caaaaaaaro que eu pagava), tratava mal sua madrasta e demorou muito para aceitar o fato de que eu iria ter uma filha.
Siiiim ! Marcela estava grávida !
Uma menina !
Clarice Cage. Nome que escolhi em homenagem a minha querida irmã.
Uma garota loirinha de lindos olhos azuis (como os meus).
Minha nova alegria, e meu xodó.
Meus bebes.
Jim root seguiu os passos do Rock n' roll, como seus pais.
"Escola particular? Nem pensar, papai."
Hinnata, entrou pro clube de balé.
Menina doce e quieta, o oposto de toda a família.
"Música clássica, balé clássico, estilo clássico... foi difícil no começo, mas ela é um anjo na minha vida" - Mark.
Mark tornou-se um pai coruja, daqueles melosos e grudentos.
Nunca mimava suas filhas, mas dava atenção aos pequenos gestos de cada uma.
As ensinou a ler, escrever, andar, ensinou boas músicas, bons livros, bons costumes. Nem parecia o moleque que saiu da escola e de casa dos dezesseis anos, que nunca acatou regras e sempre foi hostil com os pais.
Nicolas era da família, de um jeito que nunca fora.
Ele amava as garotas, levava-as para passear, dava conselhos de namorados, ligava para dar boa noite e sempre armava festas de aniversários e comemorações variadas, como natal, reveillon, halloween, ação de graças e até mesmo boas notas no colégio.
Junior era o irmão que as duas não tinham. Brincavam juntos desde que nasceram, viviam um na casa do outro, eram a família de 3 filhos, 2 pais e 2 mães.
Mark sempre amou as filhas incondicionalmente, mas quando via Nicolas e Junior assistindo aos jogos de futebol ou jogando video game, ele sabia, seu sonho sempre fora ter um filho homem e como presente do universo, esse desejo lhe foi concedido e nasceu James.
James era um garoto como Mark achava que deveria ser.
Gostava de futebol na lama, video games sangrentos e musicas barulhentas.
Hinnata e Jim, já eram adolescentes e nem se importaram quando a atenção do pai focou totalmente o filho cassula.
Óbvio que ele não abandonara as meninas. Levar pra boates, buscar em barzinhos, conhecer namorados...
Hinnata é que não saia muito, ela era do tipo CDF..
Fazia cursos de linguas, cursos para faculdades, cursos de coisas que Mark nem sabia que existia.
Jim é que era o problema.
Roupas curtas demais, sapatos altos demais, maquiagem forte demais, namorados estúpidos demais, cabelos extravagantes demais. Jim era a pessoa mais extremista que existia nos limites de Bella Vista.
Guita é que não lidava muito bem com os filhos, parecia que o tempo a tinha envelhecido rápido demais.
Parecia que ser mãe, era simplesmente uma obrigação, o que fez com que Mark se afastasse dela de uma forma que nem se falavam mais.
Homem responsável?
- Senhor Nicolas?
- Pois não.
- Sou o oficial de justiça Fulano Dregs. Vim lhe trazer a guarda de seu filho Nicolas Cage Junior Pulcro.
Depois de 12 anos, Junior finalmente foi morar com o pai.
Nicolas mudou para uma casa maior e tentou levar uma vida menos promíscua.
Com uma criança em casa, precisou de uma babá e contratou Marcela Perty.
Galinha, conquistador como sempre, Nicolas acabara se envolvendo com Marcela, e surge daí uma nova relação.
Com um filho pra criar, talvez fosse melhor dar um rumo pra vida, se tornar um homem de família, daí então Nick pede a mão de Marcela e se casam alguns meses depois.
- Pois não.
- Sou o oficial de justiça Fulano Dregs. Vim lhe trazer a guarda de seu filho Nicolas Cage Junior Pulcro.
Depois de 12 anos, Junior finalmente foi morar com o pai.
Nicolas mudou para uma casa maior e tentou levar uma vida menos promíscua.
Com uma criança em casa, precisou de uma babá e contratou Marcela Perty.
Galinha, conquistador como sempre, Nicolas acabara se envolvendo com Marcela, e surge daí uma nova relação.
Com um filho pra criar, talvez fosse melhor dar um rumo pra vida, se tornar um homem de família, daí então Nick pede a mão de Marcela e se casam alguns meses depois.
Morte de Verdy.
MORRE MAIOR CULINARISTA DE SIM CITY VILLE
Aos 55 anos, morre Verdy Pulcro, cozinheiro, professor, confeiteiro famoso pelo ramo da cozinha.
Pai de 11 filhos, viúvo de 3 mulheres, Verdy deixa enlutada a população de Bella Vista, onde morava a cerca de 20 anos.
Jornal Sim News
Aos 55 anos, morre Verdy Pulcro, cozinheiro, professor, confeiteiro famoso pelo ramo da cozinha.
Pai de 11 filhos, viúvo de 3 mulheres, Verdy deixa enlutada a população de Bella Vista, onde morava a cerca de 20 anos.
Jornal Sim News
Hinnata
- Mark, podemos conversar?
- Claro querida, assim que puser Jim pra dormir.
Guita havia estado estranha durante toda a semana.
Algumas vezes Mark até a ouviu chorar baixinho de madrugada, mas não se atreveu a questioná-la devido o seu comportamento estressado.
Ainda assim, ele sabia que mais dia menos dia ela o procuraria, e esse dia chegou.
- Pronto, Jim está dormindo. O que há?
- Eu estou grávida.
De início Mark não soube o que pensar. Não esboçou reação alguma.
Desde o nascimento de Jim, os dois nem dormiam na mesma cama, mas Mark sabia que em algumas exceções, estiveram juntos e.. desprevenidos.
- Tudo bem querida... ééé... é uma surpresa e tanto.
Nove meses depois, Mark volta pra casa com um pedacinho de gente enrolado num cobertor xadrez.
Hinnata. Hinnata puxou à mãe fisicamente, mas ao contrário do gênio de Guita, era um bebê amoroso e quieto.
Jim, quem demorou pra aceitar a irmã. Mudou seu comportamento para chamar atenção dos pais e até do padrinho Nicolas.
" - Tio, leva ela de volta? "
" - O que querida? Levar quem de volta? "
" - O bebe. Leva de volta pro hospital?"
- Claro querida, assim que puser Jim pra dormir.
Guita havia estado estranha durante toda a semana.
Algumas vezes Mark até a ouviu chorar baixinho de madrugada, mas não se atreveu a questioná-la devido o seu comportamento estressado.
Ainda assim, ele sabia que mais dia menos dia ela o procuraria, e esse dia chegou.
- Pronto, Jim está dormindo. O que há?
- Eu estou grávida.
De início Mark não soube o que pensar. Não esboçou reação alguma.
Desde o nascimento de Jim, os dois nem dormiam na mesma cama, mas Mark sabia que em algumas exceções, estiveram juntos e.. desprevenidos.
- Tudo bem querida... ééé... é uma surpresa e tanto.
Nove meses depois, Mark volta pra casa com um pedacinho de gente enrolado num cobertor xadrez.
Hinnata. Hinnata puxou à mãe fisicamente, mas ao contrário do gênio de Guita, era um bebê amoroso e quieto.
Jim, quem demorou pra aceitar a irmã. Mudou seu comportamento para chamar atenção dos pais e até do padrinho Nicolas.
" - Tio, leva ela de volta? "
" - O que querida? Levar quem de volta? "
" - O bebe. Leva de volta pro hospital?"
Maria Fernanda e João Marcos Ahu.
Logo após o casamento de Mark e o nascimento de seu primeiro neto, Lidía descobre estar grávida.
A relação dela com o filho nunca fora boa, mas com essa gravidez, Mark passou a frequentar mais a casa dos pais.
Edgar, que quase não ficava na cidade, passou a ter uma vida de pai e marido, depois de cerca de 20 anos.
As quartas feiras, Mark, Nicolas e Edgar se reuniam para jogar Poker em sua sala de jogos. O único problema era ter que sair do jogo a cada grito da esposa por enjoo ou desejo.
Lídia deus a luz a um casal de gêmeos ao qual deu nome de Maria Fernanda e João Marcos Ahu.
Nesse dia, Mark foi com a família visitar os irmãos e sua mãe fez um breve comentário de como não gostaria de ficar com o corpo igual ao de Guita depois da gravidez e de como gostaria que seus filhos não puxassem ao gênio de sua neta Jim Root, quebrando assim, mais uma vez, o laço que unia Mark a família.
A relação dela com o filho nunca fora boa, mas com essa gravidez, Mark passou a frequentar mais a casa dos pais.
Edgar, que quase não ficava na cidade, passou a ter uma vida de pai e marido, depois de cerca de 20 anos.
As quartas feiras, Mark, Nicolas e Edgar se reuniam para jogar Poker em sua sala de jogos. O único problema era ter que sair do jogo a cada grito da esposa por enjoo ou desejo.
Lídia deus a luz a um casal de gêmeos ao qual deu nome de Maria Fernanda e João Marcos Ahu.
Nesse dia, Mark foi com a família visitar os irmãos e sua mãe fez um breve comentário de como não gostaria de ficar com o corpo igual ao de Guita depois da gravidez e de como gostaria que seus filhos não puxassem ao gênio de sua neta Jim Root, quebrando assim, mais uma vez, o laço que unia Mark a família.
Jim Root - primogênita dos Ahu
A vida de casado é boa, mas ser solteiro é que é legal.
A vida de casado é festa, a de solteiro é carnaval... ♪♫
É, pois é. Depois do nascimento de Jim, meu casamento já não é o mesmo.
Agora a Guita reclama que eu só tenho tempo pra nossa filha. Acontece que na maioria dos casamentos, são os homens quem reclamam, e eu sou um pai diferente.
A festa de um mês de vida de Jim, o meu parceiro não pôde vir, ele estava no hospital esperando nascer o filho..
É tão estranho, Nicolas e eu pais.
Agora as noites de Poker foram substituídas por noites de trocar fraldas e ensinar os pequenos a serem Sims de verdade.
Eu sempre quis um filho homem, mas parece que Jim Root é mais macho que eu.
Ela se recusa a dar a mão pra atravessar a rua e come sozinha. É a cara do papai *-*
Talvez seja hora de eu dar um passo importante na minha vida. Abandonar minha carreira e me dedicar a família, pelo menos até Jim crescer um pouco.
Eu sou o padrinho do Junior, e ele tambem precisa de mim. É tanta responsabilidade pra pouca cabeça :S
Assinar:
Postagens (Atom)